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	<title>Quase Sociopata</title>
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	<description>Troco meus 15 minutos de fama por mais meia horinha de sono. Tratar aqui.</description>
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		<title>Ideias fugitivas</title>
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		<pubDate>Sun, 20 May 2012 19:16:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Machado</dc:creator>
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		<category><![CDATA[ideias]]></category>
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		<description><![CDATA[Sei que o certo teria sido eu escrever o adjetivo &#8220;fugidias&#8221; para definir tudo aquilo que me ocorre para escrever aqui no blog mas que, se eu não ajo a tempo, desaparece. Só que tenho a impressão de que as &#8230; <a href="http://quasesociopata.com.br/index.php/ideias-fugitivas/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sei que o certo teria sido eu escrever o adjetivo &#8220;fugidias&#8221; para definir tudo aquilo que me ocorre para escrever aqui no blog mas que, se eu não ajo a tempo, desaparece. Só que tenho a impressão de que as danadas das ideias fugitivas são rebeldes, sabem exatamente o que estão fazendo e intencionalmente escapam de mim, em mirabolantes sequências de filme de ação, para ir buscar outro paradeiro mais acolhedor, no pensamento de alguém mais receptivo e menos ocupado, é isso. Deixa elas.</p>
<p>Às vezes, pode acontecer de voltarem, assim como quem está só dando uma passadinha, e eu conseguir recuperar algum resquício, que registro aqui, mas não é sempre. Esses dias, tinha estruturado todo um texto edificante, mas sem sequer uma palavra-chave para fazer o sistema reativar, sou totalmente incapaz de dizer qual era o assunto, que dirá escrever alguma coisa.</p>
<p>Mas ontem eu realmente não quis passar nem perto de computador. Foi dia de faxina e eu me transformo em outra mulher. Depois ela vai embora, mas deixa minhas impressões digitais, em especial da mão direita, dado o contato com os produtos de limpeza, tão esfareladas, que é como se quisesse me lembrar de que, sim, ela também tem seus direitos, ela também está no pedaço, pelo menos de 15 em 15 dias.</p>
<p>Como vocês podem perceber, minha hipóteses sobre as ideias rebeladas e a faxineira interior levam a crer que estou numa <em>vibe</em> algo conspiratória, mas não tem nada disso não. Estou em paz comigo e com o mundo. Descobrindo aspectos que eu sequer supunha. Como o gostoso que pode ser conviver regularmente, sobre uma base de pura simpatia mútua, ainda que sem nenhum vínculo, com pessoas de quem, muitas vezes, nem se sabe o nome &#8211; alguém num comércio próximo, um dono de cachorro que é amigo do seu&#8230;</p>
<p>Minhas alegrias também tem mudado. Antes eu estava sempre à espera de acontecimentos marcantes (uma inclinação quase operística). Mas atualmente são as pequenas as melhores alegrias. A paz e o sossego. Querer pouco. Não faltar nada. Saber que existe justiça por parte de Deus. E que Ele, como pai amoroso, nunca nos deixa totalmente a descoberto, e por pior que seja o momento que estivermos atravessando, dá um jeito de enviar um gesto de amor por caminhos nada óbvios.</p>
<p>Eu não quero prender as ideias, pelo contrário: tudo que eu puder fazer para que circulem por aí, as minhas e a de todo mundo, estou colaborando. Que elas venham, tantas e tão intensas, que eu não consiga mesmo dar conta de acompanhar.</p>
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		<title>Receita do Bolo Floresta Negra</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 18:47:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Machado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Minhas receitas]]></category>
		<category><![CDATA[Bolo Floresta Negra]]></category>

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		<description><![CDATA[Como eu gostaria de poder inserir uma foto aqui neste post! Era sinal de que eu tinha feito o bolo e que haveria uma fatia ao alcance da minha mão. Mas, não: não tenho ideia de quando poderei fazer tão &#8230; <a href="http://quasesociopata.com.br/index.php/receita-do-bolo-floresta-negra/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como eu gostaria de poder inserir uma foto aqui neste <em>post</em>! Era sinal de que eu tinha feito o bolo e que haveria uma fatia ao alcance da minha mão. Mas, não: não tenho ideia de quando poderei fazer tão precioso doce. Quem sabe eu me encho de coragem e vou à luta, procuro quem me ajude a comer e, também, me encho de coragem para ir à academia todos os dias&#8230;</p>
<p>Chega de papo. Ingredientes: 6 ovos, 12 colheres de sopa de açúcar, 12 colheres de sopa de farinha de trigo, 6 colheres de sopa de chocolate em pó, 1 colher de chá de açúcar de vanilina, 1 colher de sopa de fermento, 500 g de chantilly, 1 vidro de cerejas em calda, 1 barra grande de chocolate cortada em lascas finas, 1 cálice de kirsch ou marrasquino (a calda onde vêm as cerejas).</p>
<p>Peneirar todos os ingredientes secos, menos o açúcar de vanilina, usado na cobertura. Bater as claras em neve e, sempre batendo, na batedeira, adicionar as gemas, o açúcar, o chocolate e, por último, a farinha e o fermento. Pôr em forma redonda de aro móvel nr. 24, bem untada com manteiga e polvilhada com farinha. Assar em forno quente nos 10 primeiros minutos e terminar de assar em forno moderado. Depois de frio cortar ao meio, regar com metade da calda,  em cima chantilly, e cerejas picadas. Cobrir com a outra metade do bolo e com mais chantilly, as raspas de chocolate e cerejas inteiras.</p>
<p>Detalhe importante: não se esqueça de me chamar caso faça esta receita. Sabe como é: controle de qualidade é tudo! Preciso conferir se ficou igualzinho ao que é feito na Alemanha&#8230;</p>
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		<title>Recorrência suspeita</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 19:22:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Machado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CBN]]></category>
		<category><![CDATA[coincidências]]></category>
		<category><![CDATA[Mário Sérgio Cortella]]></category>

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		<description><![CDATA[Qual a probabilidade de a gente ouvir falar de uma pessoa totalmente desconhecida por três vezes num curto espaço de tempo? Não sei, ainda, mas algumas pesquisas em breve irão me esclarecer. No meu trabalho, tive que escrever sobre um &#8230; <a href="http://quasesociopata.com.br/index.php/recorrencia-suspeita/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Qual a probabilidade de a gente ouvir falar de uma pessoa totalmente desconhecida por três vezes num curto espaço de tempo? Não sei, ainda, mas algumas pesquisas em breve irão me esclarecer.</p>
<p>No meu trabalho, tive que escrever sobre um filósofo e professor da PUC-SP chamado Mário Sérgio Cortella. Liguei para os produtores de tv, que me informaram, na sexta-passada, que ele estaria pessoalmente no estúdio dali a coisa de minutos e só não fui conferir pessoalmente a gravação porque não tinha pedido autorização à chefia.</p>
<p>Depois, descobri que, alguns dias antes, um ex-colega professor tinha me enviado um e-mail sobre esse mesmo Cortella, divulgando que ele inauguraria, no início de maio, dois programas na CBN.</p>
<p>Por fim, ontem, quando fui arrancar a pagela (desculpem a estranheza, mas é o nome técnico) da Folhinha do Sagrado Coração que tenho na cozinha, descobri um texto assinado pelo mesmo homem a respeito de paz de espírito!</p>
<p>Isso está me parecendo algum tipo de comunicação vinda do Alto. O Roteirista está me enviando sinais e, obviamente, não pretendo ignorá-los. Tenho o link dos programas para ouvir pela internet e vou procurar seus livros também. Alguma coisa boa esse sujeito pode fazer por mim. Só não sei, por enquanto, o que é.</p>
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		<title>aqui</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 00:03:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Machado</dc:creator>
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		<category><![CDATA[estado de plena atenção]]></category>

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		<description><![CDATA[aqui é onde estou, aqui agora é onde sempre estarei aqui onde quer que aqui seja e nenhum outro lugar. esqueço os tempos verbais para frente e para trás e todo o sofrimento desaparece. porque se estou aqui e só &#8230; <a href="http://quasesociopata.com.br/index.php/aqui/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>aqui</p>
<p>é onde estou, aqui</p>
<p>agora</p>
<p>é onde sempre estarei</p>
<p>aqui</p>
<p>onde quer que aqui seja</p>
<p>e nenhum outro lugar.</p>
<p>esqueço os tempos verbais</p>
<p>para frente e para trás</p>
<p>e todo o sofrimento</p>
<p>desaparece.</p>
<p>porque se estou aqui</p>
<p>e só aqui</p>
<p>agora mesmo</p>
<p>como sofrer?</p>
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		<title>Tudo muda</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 22:06:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Machado</dc:creator>
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		<category><![CDATA[comida]]></category>
		<category><![CDATA[decepções da vida]]></category>
		<category><![CDATA[restaurante]]></category>

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		<description><![CDATA[Sou uma pessoa essencialmente entusiasta, daquelas que, no início, sempre torce para tudo dar certo, e fica sinceramente triste quando não é bem assim. Foi o que aconteceu no caso de um restaurante que fica quase em frente ao prédio &#8230; <a href="http://quasesociopata.com.br/index.php/tudo-muda/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sou uma pessoa essencialmente entusiasta, daquelas que, no início, sempre torce para tudo dar certo, e fica sinceramente triste quando não é bem assim. Foi o que aconteceu no caso de um restaurante que fica quase em frente ao prédio onde moro. Não saberia dizer há quanto tempo ele foi aberto, mas lembro que, por recomendação de uma vizinha aqui do mesmo andar, estive na primeira semana de funcionamento, e fiquei muito bem impressionada. O ambiente era aconchegante, a chef uma jovem recém-chegada de um curso na Itália e os preços convidativos. A comida do prato do dia sempre foi saborosa e as massas feitas artesanalmente, além do macarrão o pão, tinham um paladar raro.</p>
<p>Não costumo comer fora com frequência, principalmente depois que fiquei &#8220;solteira&#8221; novamente, e gosto de cozinhar e da minha comida. Percebi que, ao longo do tempo, o serviço e o paladar do tal restaurante estavam ficando piores. Como não tenho visto nem a chef nem seu irmão, que gerenciava, por lá, pode ser que eles tenham passado o negócio, acaba de me ocorrer agora.</p>
<p>De qualquer maneira, por sugestão do meu amigo-irmão Raphaël, que está de férias e com quem combinei um almoço, estivemos lá hoje. Puxa, como saí triste! Rememorando os bons momentos que passei ali com gente que eu amava. Para encurtar a história, o penne com molho pesto que ele pediu veio frio, a fatia de pão era entremeada com um creme de cogumelo que ele não pediu e tinha que ser comida com colher, e a minha lasanha aos quatro queijos tinha gosto de&#8230; canjica!</p>
<p>Isso mesmo, canjica. Na primeira garfada, o molho branco adocicado com um sabor exagerado de leite e uma nota de cravo no tempero davam a tudo um gosto de festa junina. Como eram mais de três da tarde, comi tudinho, apesar do fundo queimado e do aspecto lamentável de uma massa que tinha passado muito além do ponto&#8230;</p>
<p>É, amigos, gostaria de ter alguma coisa bacana pra contar, mas o dia de hoje foi bastante esquisito, não sei se pra mais alguém. Vou me recolher e esperar que acabe em paz. De qualquer forma, foi bom estar com o Rapha, porque sei que ele gosta de mim de verdade, e eu dele.</p>
<p>Mas se arranjasse um sócio, juro que abria algum negócio de comida e, aí sim, talvez fosse um pouco mais feliz.</p>
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		<title>Travesseiros</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 00:44:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Machado</dc:creator>
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		<category><![CDATA[pessoas na rua]]></category>
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		<category><![CDATA[travesseiro]]></category>

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		<description><![CDATA[Por alguma razão, fiquei quase seis meses sem usar meu próprio travesseiro. Os poucos dias que tive um, alheio, foram os que fiquei num hotel ou num apartamento alugado por temporada, enquanto a casa estava em obras. Dos primeiros dias &#8230; <a href="http://quasesociopata.com.br/index.php/travesseiros/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por alguma razão, fiquei quase seis meses sem usar meu próprio travesseiro. Os poucos dias que tive um, alheio, foram os que fiquei num hotel ou num apartamento alugado por temporada, enquanto a casa estava em obras. Dos primeiros dias de dezembro de 2011 até esse fim de semana, quase meados de maio, me contentei com almofadas. Porque travesseiros têm algum significado especial pra mim.</p>
<p>Digo isso porque não foi a primeira vez que abri mão deste tipo de conforto. Quando me separei, quase 10 anos trás, também arranjei um jeito de me livrar dos travesseiros e, depois, repus apenas um na cama, o meu. Custei a colocar o segundo de novo. Ia ser pra quem? Agora foi a mesma coisa. Nada é tão indicador de aconchego e intimidade quanto um travesseiro. Quando a gente chora, é a ele que se agarra, não? Chega perto de ser uma pessoa de confiança que, adequadamente, se deixa abraçar, mas jamais nos repreende, dizendo aquele terrível &#8220;eu não disse?&#8221;&#8230; &#8220;eu bem que avisei&#8221;&#8230;</p>
<p>No metrô, de volta pra casa, apesar do trambolho (sim, comprei dois travesseiros!) pensei que deveria ser uma sensação bacana apenas sair por aí doando um travesseiro para quem está na rua, jogado. Eu até sei quem seria o primeiro a ganhar: um senhor que mora no estacionamento em meio a calçada do prédio onde estou trabalhando. Hoje, na chuva, quando passei por ele, vi que estava deitado sobre um saco plástico com algumas roupas dentro.</p>
<p>Imaginei a sensação de estar na rua, sem teto, sem ter quem se importe com você. Acho que o travesseiro ia ser um consolo. Ter, finalmente, onde deitar a cabeça. Mas, quem sabe, não. Quem sabe ele vá fazer essas pessoas voltarem a chorar. Porque quem está na rua, me parece, já não chora há muito tempo. Ai, como tudo é confuso. Principalmente eu, com minhas ideias de jerico.</p>
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		<title>Procura-se risadas</title>
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		<pubDate>Sun, 13 May 2012 22:08:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Machado</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Já faz tempo que não dou uma boa risada. Uma gargalhada mesmo. Não creio que sejam as dificuldades da vida o que atrapalhe esse tão saudável processo. Penso que, para rir de chorar, é preciso apenas estar num estado de &#8230; <a href="http://quasesociopata.com.br/index.php/procura-se-risadas/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já faz tempo que não dou uma boa risada. Uma gargalhada mesmo. Não creio que sejam as dificuldades da vida o que atrapalhe esse tão saudável processo. Penso que, para rir de chorar, é preciso apenas estar num estado de certa leveza. Mas como necessito estar alerta porque o mundo é mau e não tenho ninguém por mim, não tem como relaxar mais do que isso e, assim, vem a tensão e, com ela a seriedade.</p>
<p>Queria ser como um balão de festa que consegue subir um pouco acima do chão, inflado com algum gás hilariante. Sempre gostei e tive necessidade de rir e de fazer rir. Onde estão as pessoas engraçadas deste mundo? As situações ridículas que nos davam uma pausa nesta vida tão exigente? Mesmo os jovens me parecem tão sisudos e pesados&#8230; voltados para uma concorrência maluca, de ter que provar cedo, ou nunca mais, que deram certo&#8230;</p>
<p>Eu, quando era jovem, não queria muita coisa. Queria conhecer o máximo que pudesse, mas nunca me preocupei com fama e grana, com ter uma vida certinha de família estruturada, com casar antes dos 30. Deve ter sido por isso que não aconteceu. Depois, com a passagem dos anos, percebi que precisava ter um teto e ele me dá uma tranquilidade relativa. É bom ter o próprio canto e saber que, pelo menos aqui, tenho calma e paz. Mas a casa poderia ser um pouco mais alegre. A quem recorrer? Monty Phyton? Disque-piada? Não sei se falta humor ou se, pior, falta alegria&#8230;</p>
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		<title>Receita de Torta de Bananas</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 19:03:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Machado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Minhas receitas]]></category>
		<category><![CDATA[torta de bananas]]></category>

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		<description><![CDATA[Andei falando aqui que eu tinha três receitas de bolo de bananas. Na verdade, eram de dois bolos e uma torta, a receita de hoje. No caso dos bolos, um deles leva fatias de banana d&#8217;água e, o outro, bananas &#8230; <a href="http://quasesociopata.com.br/index.php/receita-de-torta-de-bananas/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Andei falando aqui que eu tinha três receitas de bolo de bananas. Na verdade, eram de dois bolos e uma torta, a receita de hoje. No caso dos bolos, um deles leva fatias de banana d&#8217;água e, o outro, bananas pratas amassadas e misturadas na massa. Esta torta aqui também é com bananas prata, só que cortadas em rodelas. Vamos a ela&#8230;</p>
<p>Ingredientes: 2 copos de farinha de trigo, 1 copo de açúcar, 1 ovo, 1 pitada de sal, 150 g de margarina, 1 dúzia de bananas prata fatiadas em rodelas, açúcar e canela. Misturar tudo, menos as bananas, até formar uma massa macia. Forrar um tabuleiro, colocar as bananas e polvilhar com açúcar e canela a gosto. Assar por mais ou menos meia hora em forno brando.</p>
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		<title>Fim da pasmaceira</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 22:17:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Machado</dc:creator>
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		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[romance]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de numerosas pituetas rocambolescas que minha vida vinha dando até o início do ano, parece que, por hora, ela quer se estabilizar. Que bom. Já não sou nenhuma menina e ainda tenho aquele defeitozinho de arritmia cardíaca, com bem &#8230; <a href="http://quasesociopata.com.br/index.php/fim-da-pasmaceira/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de numerosas pituetas rocambolescas que minha vida vinha dando até o início do ano, parece que, por hora, ela quer se estabilizar. Que bom. Já não sou nenhuma menina e ainda tenho aquele defeitozinho de arritmia cardíaca, com bem sabem meus colegas órfãos do Corgard.</p>
<p>Voluntariamente tenho buscado me cuidar: alimentação equilibrada, sono regrado, exercícios físicos regulares, boas leituras, trabalho sem exagero, passeios ao ar livre com Bô, orações e tentativas de meditação. Mas vocês sabem que a vida é bem mais do que isso. Ontem vi alguns trechos do famoso <em>Diário de Bridget Jones </em>na tv e seria impossível não me identificar com os dramas da personagem. A modernidade é realmente muito cruel com as mulheres.</p>
<p>A solidão (relativa e seletiva) não me aborrece tanto quanto as cantadas idiotas &#8211; hoje mesmo, por duas vezes, dois sujeitos em lugares diferentes resolveram <em>miar </em>para mim&#8230; -, as acariciadas de leve na hora de me entregar alguma coisa na mão, as sutilezas de me dizer, veladamente, que <em>adorariam fazer comigo </em>se, por acaso, não fossem casados etc etc</p>
<p>Gente, as mulheres evoluíram em todos os sentidos. Qualificação profissional, poder econômico, empreendedorismo, técnicas de beleza e rejuvenescimento, isso para falar só do básico. Mas os homens, tem vezes que me parecem estar involuindo. Acho que até quando eu expresso alguma irritação com certas bobeirinhas deles tem alguém que acha isso atraente, que maluquice! Bacana é agradar, ter graça, elegância, cavalheirismo, tratar a mulher como alguém mais delicado do que você, como se não existisse mais nada no mundo enquanto a mulher em questão está por perto. Será tão difícil assim?</p>
<p>Sugiro que os meninos comecem a ver filmes antigos para aprender alguma coisa do jogo de sedução. Ele não está totalmente perdido, mas quase. Assim, quem sabe, aprendem que o certo não é beijar as costas da mão das moças, mas apenas tocar com um leve roçar de lábios as dobrinhas dos seus dedos&#8230;</p>
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		<title>Hoje vamos de foto</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 22:59:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Machado</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Corcovado]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>

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		<description><![CDATA[Pois é: o dia amanheceu lindo, subi ao terraço do prédio em que estou trabalhando e tirei algumas fotos. O sol estava tão forte que mal deu para ver direito como tinham ficado. Mas algumas até deu para aproveitar. Com &#8230; <a href="http://quasesociopata.com.br/index.php/hoje-vamos-de-foto/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pois é: o dia amanheceu lindo, subi ao terraço do prédio em que estou trabalhando e tirei algumas fotos. O sol estava tão forte que mal deu para ver direito como tinham ficado. Mas algumas até deu para aproveitar. Com vocês, Ele, lindão, que vejo ainda mais de pertinho da minha janela, no trabalho, no nono andar&#8230;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://quasesociopata.com.br/wp-content/uploads/2012/05/corcovado.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2819" title="&lt;KENOX S860  / Samsung S860&gt;" src="http://quasesociopata.com.br/wp-content/uploads/2012/05/corcovado.jpg" alt="" width="614" height="461" /></a></p>
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