
Dia desses, em debate na rádio
Nem todo mundo sabe, mas faz oito meses que virei debatedora de rádio. Minha aluna, hoje jornalista Isabel Ludgero, que era produtora na Rádio Roquette-Pinto, me convidou para participar do programa Painel da Manhã em janeiro passado e, desde então, participo à taxa de uma vez por mês, quando não menos. É muito divertido poder ir a um meio de comunicação de massa e simplesmente dizer o que pensa! Taí uma foto de um desses dias. Vou de novo segunda que vem…
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Em conversa com uma amiga alemã, doutora pela URFJ, fiquei sabendo que não é nada fácil virar professor na Alemanha. Ter o doutorado completo não é suficiente. O sujeito precisa estudar praticamente mais quatro anos para fazer o que ela chamou de Habilitation. Depois disso, é necessário receber um Ruf, um chamado de alguma instituição de ensino superior, o que lhe dá oficialmente o direito de ser chamado de Professor ou Professorin. A maioria das universidades é pública, o que diminui bastante a chance de um desses doutores ser chamado. Sendo assim, lá, eu, com meu minguado mestrado, a esta altura estaria bem mais provavelmente vendendo algum tipo de mariola local em praça pública!
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Passados 2/3 do inverno, com o calor que está fazendo, o verão vai ser um fogaréu daqueles!
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O metrô estava tão cheio ontem que comecei a ter alucinações. Primeiro, ao olhar pelo vidro o cartaz de uma peça de teatro, dobrei um R e li “Meu carro amigo”, inconscientemente suspirando por um carro próprio. Depois, notei que haviam retirado todos os cartazes de dentro do vagão, e me assustei ao imaginar que pudesse ser uma tática para fazer caber mais gente.
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Com a tag metrô carioca
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No sacolão aqui do lado, pergunto educadamente à caixa/empacotadora (sim, elas agora, assim como os jornalistas e os motoristas de ônibus, são “multimídia”) se pode me dar mais uma sacola plástica. Ela colocou a caixa de ovos junto com mais dois produtos nada leves e tenho medo de chegar com omelete em casa.
Ela rosnou uma resposta negativa e apontou para a supervisora. A supervisora berrou outra resposta negativa, apontando um cartaz na parede. Não fui ler o cartaz, apelei pela civilidade e ameacei voltar caso a omelete se configurasse.
Aqui na rede, fui cumprir meu dever de cidadã e descobri o texto que deve estar lá na parede do hortifruti. Sugere, apenas que se descarte a sacola plástica num lugar apropriado e que se traga uma reutilizável de casa. Não achei nada sobre a omelete. Pfui!!! Na próxima compra, se tiver esquecido a sacola de pano, certamente não deixarei de trazer uns dois ou três maracujás…
Nunca entendi por que os donos de cachorros preferiam andar com seus bichinhos na calçada em vez de deixá-los aproveitar a gostosura que é correr pela grama. Descobri graças ao Bolt, meu uauau. A grama, se mal cuidada, pode esconder pulgas e carrapatos. Uma pena.
Missa comunitária às 18h30 de hoje, na Igreja da Santíssima Trindade, em intenção da alma de minha mãe, falecida 9 meses atrás.
Vi gente saindo chorando, se consolando mutuamente pela perda de seus entes queridos, mas eu não podia me dar a esse tipo de luxo. Estava só. O único que se prontificou a ir comigo, meu namorado Jorge, estava no circuito entre o fim do expediente e o início da aula de inglês.
Doloroso. Esse é o termo que descreve como me sinto ao pensar no assunto. Minha mãe era uma pessoa boa, solidária, caridosa, amiga. Mês após mês, todo dia 4, sou só eu a lembrar essa missa, tão importante para ela que, ao longo do primeiro ano de falecimento do meu pai, entre 2007 e 2008, nunca faltou à missa de mês. Às vezes íamos juntas. Quando o horário não permitia, eu ia separada, mas mantive a tradição quando a alma em questão passou a ser a dela.
Estranho demais. Devo ser exigente demais. Ou ela tinha amigos e familiares absolutamente discretos.
Ou eu muito me engano, ou mudaram uma parte da santa missa.
Hoje se diz: Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós. Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa súplica. Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.”
No entanto, me lembro vagamente de que, na segunda (ou terceira) vez, se dizia: Cordeiro de Deus que estais à direita do Pai. Alguém sabe ou estou surtando?
Quase todo mundo com um mínimo de autoestima costuma se preocupar com a aparência física – que o digam as milionárias indústrias dos cosméticos e da cirurgia plástica! Mas são poucos aqueles que ligam como vão soar. Sim, soar.
Ouve-se de tudo por aí: gente que fala alto demais (o usual), rápido demais, gente que tem péssima dicção. Ou que apenas tem uma voz totalmente desagradável. Acredito que isso tenha tratamento. Já está na hora de as pessoas começarem a cuidar um pouco mais da maneira como soam. Que dirá de como cheiram!
Andei pensando naquelas camisetas que o povo traz como souvenir de viagem e imaginei um texto diferente:
“Alguém que te ama muito esteve em Tã-Nã-Nã e lhe trouxe essa camiseta de presente… MAS SOU EU QUE VOU USAR!”
Válido também para camisetas promocionais e de brindes em geral.